Entradas do Março 2008
Fãs de Chanel, podem comemorar.
Esse ano sai a cinebiografia de Gabrielle Bonheur Chanel, também conhecida como Coco Chanel, uma importante estilista francesa cujas criações ainda hoje ditam moda no mundo.
Tipo assim, a deusa-mor da Moda.
E tipos que eu acho que esse filme vai ser muito bom.
A atriz francesa Audrey Tautou, de Amèlie Poulain e O Código da Vinci, vai fazer o papel da estilista no filme Coco Avant Chanel (algo como “Coco antes de Chanel”), dirigido por Annie Foutaine. Sente só o cartaz do filme:

Não foram divulgadas muitas informações sobre o filme, mas especula-se que seja focado mais na infância e juventude de Chanel. Só por isso eu já acho que vai ser ótimo. Coco nasceu em uma família numerosa, tentou carreira no teatro (onde não teve muito sucesso, porque era muito baixinha), se apaixonou por um milionário inglês que depois a largou para casar com uma inglesa, se apaixonou por um príncipe russo pobre, se apaixonou por um oficial alemão na Segunda Guerra, quase faliu, fugiu para a Suíça e ainda teve tempo de criar a Chanel. Quer um enredo melhor?
Não é a toa que a vida dela virou musical da Broadway nos anos 70, com Katherine Hepburn (sim, a grande diva holywoodiana) no papel principal.
Além disso, Chanel ainda teve um relacionamento com o compositor Igor Stravinsky, que não dve ter sido nada demais, mas nos leva ao segundo filme sobre Chanel nesse ano: Coco and Igor, dirigido por William Friedkin.
Acha pouco?
Em abril, estréia na Itália uma série de TV sobre a vida da estilista, interpretada por Shirley MacLaine.
Sério, eu só consigo pensar nas roupas. Provavelmente, Karl Lagerfeld himself vai fazer o figurino para o filme com a Audrey Tautou. Dá para imaginar?
Esperarei ansiosamente.
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Ele é romântico, perfeito e é de outro mundo. Seu par perfeito é o superman. Nada melhor que ter ao seu lado alguém que entende a sua preocupação com os outros que pode te salvar de qualquer perigo.
Hoje eu estou numa vibe Cohen. Acho que é porque eu vou numa festa a fantasia e tal.
Só para não deixar o blog abandonado, né people?
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Eu sei que eu sou uma super fã desse mundo de glamour que as celebrities vivem e tals, mas acho que ainda estou numa vibe “Dia Internacional da Mulher” meets “Campanha Dove pela Real Beleza”, porque resolvi dividir com vocês….
Celebridades Com e Sem Maquiagem:
Porque não existe mulher feia, existe mulher pobre.
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Eu não me responsabiliso pelo conteúdo deste post, visto que eu virei essa noite acordada, tomei uma overdose de coca-cola jogando “Eu nunca” (sim, eu sei que o jogo original envolve bebida, mas nós somos retardadaspoliticamente corretas) e estava discutindo política às seis e meia da manhã.
Bom, who cares, né?
Como vocês já devem estar sabendo, hoje é dia oito de março, Dia Internacional da Mulher. Segundo me disseram, essa data foi escolhida por conta de um incêndio que aconteceu em uma fábrica em Nova York, em 1911, que acabou matando 140 trabalhadoras, um fato de grande impacto na legislação trabalhista americana. Na verdade, esse acidente ocorreu no dia 25 de março. Em 1913, às vésperas da Primeira Guerra Mundial, mulheres de toda a Europa resolveram protestar contra a guerra, e todas essas manisfestações ocorreram por volta do dia 8. Desde então, esse tem sido o nosso dia.
Ontem, uma das questões do “Eu Nunca” era “eu nunca quis ser um homem”. Bom, eu nunca quis.
Pensa só: mulheres comprovadamente sofrem menos ataques de tubarões. Se estivermos num barco que está afundando, temos prioridade na fila do bote salta-vidas. No noivado, somos nós que ganhamos um anel; no divórcio, somos nós que recebemos pensão. Para quê eu ia querer ser um homem?
Fora que, sendo homem, eu jamais poderia usar um Valentino. E meus looks do Oscar seriam bem menos comentados. Muito menos mesmo.
Mulheres quando resolvem exercer profissões tipicamente masculinas, são pioneiras. Homens, quando resolvem exercer profissões tipicamente femininas, são gays. Mulher de Cônsul é Consulesa; de Embaixador, é Embaixatriz. Marido de Consulesa ou Embaixatriz, não é nada.
Por isso tudo, I’m so glad to be a woman!
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Tem uma coisa que eu adoro fazer e faço com freqüência: rir.
Você sabia que a risada é excelente para baixar a pressão arterial? E para fortalecer o sistema imunológico? Quando estamos rindo, as células matadoras naturais que destróem tumores e vírus aumentam, assim como o interferon gama (proteína que ataca as doenças), as células T, parte mais importante da resposta imunológica e as células B, que produzem os anticorpos. Pois é.
Eu li em algum lugar uma vez que o segredo da longevidade era o bom-humor. Se isso for verdade, eu devo viver até os cem anos. Bom, pelo menos as pessoas que vivem comigo viverão. E tudo porque eu sou meio Seth Cohen e adoro fazer piadas irônicas (e retardadas).
Até aí, nada demais. O bizarro de tudo é que meu lado Seth Cohen parece tomar conta de mim quando eu fico com sono. Não é raro me ver no colégio, sete e meia da manhã, cantando Alcione (e trocando a letra da música, lógico), afirmando para as minhas classmates (amigas que sentam comigo e são obrigadas a agüentar a toda a baboseira sem fim) que a professora de química vai, com toda certeza, virar e dizer: “rá! pegadinha do malandro!”, olhando a foto do Machado de Assis e dizendo “esse eu pegava. gatcheeenho” e rindo sozinha na aula de História, pensando que o professor parece uma coisa Mexico meets Village People.
Mas eu acho que é bom, sabe? Pelo menos, eu faço ginástica. Diafragma e abdômen, aparelho respiratório, face, pernas e músculos das costas são exercitados durante uma gargalhada. E, se for verdade que rir cem vezes equivale a dez minutos no aparelho de remo ou quinze minutos na bicicleta, pessoas como eu, que odeiam academia, mas adoram rir de qualquer coisa, não precisam de mais nada na vida.
Anyway.
Preciso ir dormir, gente. Afinal, rir é bom, mas acordar sem parecer um panda também é ótimo
Beijocas
*Maria Fernanda é um gênio que resolveu praticar redação ao escrever no blog, e acredita que séra capaz de passar na UFRGS escrevendo uma dissertação sobre as bobagens que ela fala quando deveria estar estudando. Ah, ela também adora asteriscos em fins de posts.
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Ai cara, vou te dizer, essa vida de escrava cansa.
Tipos que eu não tenho nenhum assunto bombástico para comentar, a não ser que vocês queiram ouvir sobre a minha opinião sobre as pesquisas com células-tronco embrionárias, que vai ser votada no Congresso (ou seria Câmara?) na quarta. Aliás, eu sou a favor. Essas células (que não, não vem de little babys) iriam para o lixo mesmo, então porque não usá-las para salvar a vida de alguém? E pra mim, a Igreja Católica super não tinha que se meter, porque da última última vez que eles resolveram dar palpite, teve montes de gente virando churrasquinho.
Agora, vamos falar do meu novo vício: One Tree Hill.
Antes de tudo, um minuto de silêncio para quem acha o James Lafferty (o moreno) mega gostoso.
Pronto.
Então. One Tree Hill é uma série que gira em torno de dois irmãos, Nathan e Lucas. Arrogante e seguro de si, Nathan (James Lafferty) é o astro do time de basquete da escola e faz parte da mais rica família da cidade. Lucas (Chad Michael Murray, “Dawson’s Creek”, “Gilmore Girls”) é um solitário e filho único de uma mãe solteira que tem que trabalhar para manter sua casa. Ele sempre manteve distância de Nathan. Mas as vidas deles colidem quando uma reviravolta do destino põe Lucas no time de Nathan.
Daíííí a coisa toda rola e já está na quinta temporada nos EUA e na terceira no Brasil. Apesar do site oficial deles teram preconceito com brasileiros (eles não me deixam assistir a entrevista exclusiva do James Lafferty porque eu sou do Brasil), a série é muito legal.
Sério.
Gossip Girl (o seriado) não é nada comparada a One Tree Hill.
Bom, é isso gente. Vou lá voltar para o meu dever de matemática lerê lerê.
Beijocas
*o título desse post é o nome de um dos meus episódios favoritos da primeira temporada
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