Eu não me responsabiliso pelo conteúdo deste post, visto que eu virei essa noite acordada, tomei uma overdose de coca-cola jogando “Eu nunca” (sim, eu sei que o jogo original envolve bebida, mas nós somos retardadaspoliticamente corretas) e estava discutindo política às seis e meia da manhã.
Bom, who cares, né?
Como vocês já devem estar sabendo, hoje é dia oito de março, Dia Internacional da Mulher. Segundo me disseram, essa data foi escolhida por conta de um incêndio que aconteceu em uma fábrica em Nova York, em 1911, que acabou matando 140 trabalhadoras, um fato de grande impacto na legislação trabalhista americana. Na verdade, esse acidente ocorreu no dia 25 de março. Em 1913, às vésperas da Primeira Guerra Mundial, mulheres de toda a Europa resolveram protestar contra a guerra, e todas essas manisfestações ocorreram por volta do dia 8. Desde então, esse tem sido o nosso dia.
Ontem, uma das questões do “Eu Nunca” era “eu nunca quis ser um homem”. Bom, eu nunca quis.
Pensa só: mulheres comprovadamente sofrem menos ataques de tubarões. Se estivermos num barco que está afundando, temos prioridade na fila do bote salta-vidas. No noivado, somos nós que ganhamos um anel; no divórcio, somos nós que recebemos pensão. Para quê eu ia querer ser um homem?
Fora que, sendo homem, eu jamais poderia usar um Valentino. E meus looks do Oscar seriam bem menos comentados. Muito menos mesmo.
Mulheres quando resolvem exercer profissões tipicamente masculinas, são pioneiras. Homens, quando resolvem exercer profissões tipicamente femininas, são gays. Mulher de Cônsul é Consulesa; de Embaixador, é Embaixatriz. Marido de Consulesa ou Embaixatriz, não é nada.
Por isso tudo, I’m so glad to be a woman!
Futura jet setter, essa gaúcha de 17 anos sonha em ser colaboradora da Vogue e pretende escrever um livro. * Ama filmes retrô e Coca Zero e gostaria de ver todas as calças de suplex do mundo queimando numa fogueira. * Gasta todo o seu dinheiro em livros * Audrey Hepburn é seu ícone fashion e seu sonho de consumo é um Valentino vermelho.

