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Terminei de ver um filme ótimo hoje: Across The Universe. Todo mundo provavelmente já deve ter visto, but anyway.
Quem não, viu, veja porque é ótimo. É um musical, todo com músicas dos Beatles, e recria toda a coisa da Guerra do Vietnã e aquela época complicada do final dos anos 60. Achei ótimo, não é aquela coisa chata com cara documentário de aula de História, nem aqueles dramalhões de época de Guerra.
E o protagonista é o Jim Sturgess, o mais novo ator-revelação de Hollywood. Jim foi vocalista de algumas bandas indie antes de fazer sucesso, e é ele que canta algumas músicas. Além disso, ele é british. Tô apostando dez conto que, mais dois filmes, e Jude Law it’s over.
Ah, vocês sabiam que a protagonista, a Evan Rachel Wood, é namorada do Marilyn Manson? Fiquei total passada quando descobri. Sério, não tem que diga.
E como eu sou uma pessoa suuuper ocupada, sabe o que eu fiquei fazendo hoje? Entrei no Disney Fairies e crieu o meu eu-fada:
Faye Broomtwirl
Faye Broomtwirl, vive na 152 Outer Apple Orchard, Fairies Hollow. Sua cor favorita é Berry Blue, e sua comida, Cheesecake. Gosta de dançar e odeia acordar cedo. Se fosse uma flor, seria uma Tulipa, fashion, simples e elegante.
Parece descrição de Miss Brasil uhauhauhauahuahauhs
Sério, quando era criança, meu sonho era ter um quarto com tema de fada. Esses dias eu vi uma foto de um quarto todo decorado assim na Vogue Kids e tive que ir correndo mostrar para a minha mãe.
Sim, eu sou retardada, eu sei.
*O título é uma linha de “All You Need Is Love”, uma das várias músicas dos Beatles que também está no filme.
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Ele é romântico, perfeito e é de outro mundo. Seu par perfeito é o superman. Nada melhor que ter ao seu lado alguém que entende a sua preocupação com os outros que pode te salvar de qualquer perigo.
Hoje eu estou numa vibe Cohen. Acho que é porque eu vou numa festa a fantasia e tal.
Só para não deixar o blog abandonado, né people?
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Eu não me responsabiliso pelo conteúdo deste post, visto que eu virei essa noite acordada, tomei uma overdose de coca-cola jogando “Eu nunca” (sim, eu sei que o jogo original envolve bebida, mas nós somos retardadaspoliticamente corretas) e estava discutindo política às seis e meia da manhã.
Bom, who cares, né?
Como vocês já devem estar sabendo, hoje é dia oito de março, Dia Internacional da Mulher. Segundo me disseram, essa data foi escolhida por conta de um incêndio que aconteceu em uma fábrica em Nova York, em 1911, que acabou matando 140 trabalhadoras, um fato de grande impacto na legislação trabalhista americana. Na verdade, esse acidente ocorreu no dia 25 de março. Em 1913, às vésperas da Primeira Guerra Mundial, mulheres de toda a Europa resolveram protestar contra a guerra, e todas essas manisfestações ocorreram por volta do dia 8. Desde então, esse tem sido o nosso dia.
Ontem, uma das questões do “Eu Nunca” era “eu nunca quis ser um homem”. Bom, eu nunca quis.
Pensa só: mulheres comprovadamente sofrem menos ataques de tubarões. Se estivermos num barco que está afundando, temos prioridade na fila do bote salta-vidas. No noivado, somos nós que ganhamos um anel; no divórcio, somos nós que recebemos pensão. Para quê eu ia querer ser um homem?
Fora que, sendo homem, eu jamais poderia usar um Valentino. E meus looks do Oscar seriam bem menos comentados. Muito menos mesmo.
Mulheres quando resolvem exercer profissões tipicamente masculinas, são pioneiras. Homens, quando resolvem exercer profissões tipicamente femininas, são gays. Mulher de Cônsul é Consulesa; de Embaixador, é Embaixatriz. Marido de Consulesa ou Embaixatriz, não é nada.
Por isso tudo, I’m so glad to be a woman!
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Tem uma coisa que eu adoro fazer e faço com freqüência: rir.
Você sabia que a risada é excelente para baixar a pressão arterial? E para fortalecer o sistema imunológico? Quando estamos rindo, as células matadoras naturais que destróem tumores e vírus aumentam, assim como o interferon gama (proteína que ataca as doenças), as células T, parte mais importante da resposta imunológica e as células B, que produzem os anticorpos. Pois é.
Eu li em algum lugar uma vez que o segredo da longevidade era o bom-humor. Se isso for verdade, eu devo viver até os cem anos. Bom, pelo menos as pessoas que vivem comigo viverão. E tudo porque eu sou meio Seth Cohen e adoro fazer piadas irônicas (e retardadas).
Até aí, nada demais. O bizarro de tudo é que meu lado Seth Cohen parece tomar conta de mim quando eu fico com sono. Não é raro me ver no colégio, sete e meia da manhã, cantando Alcione (e trocando a letra da música, lógico), afirmando para as minhas classmates (amigas que sentam comigo e são obrigadas a agüentar a toda a baboseira sem fim) que a professora de química vai, com toda certeza, virar e dizer: “rá! pegadinha do malandro!”, olhando a foto do Machado de Assis e dizendo “esse eu pegava. gatcheeenho” e rindo sozinha na aula de História, pensando que o professor parece uma coisa Mexico meets Village People.
Mas eu acho que é bom, sabe? Pelo menos, eu faço ginástica. Diafragma e abdômen, aparelho respiratório, face, pernas e músculos das costas são exercitados durante uma gargalhada. E, se for verdade que rir cem vezes equivale a dez minutos no aparelho de remo ou quinze minutos na bicicleta, pessoas como eu, que odeiam academia, mas adoram rir de qualquer coisa, não precisam de mais nada na vida.
Anyway.
Preciso ir dormir, gente. Afinal, rir é bom, mas acordar sem parecer um panda também é ótimo
Beijocas
*Maria Fernanda é um gênio que resolveu praticar redação ao escrever no blog, e acredita que séra capaz de passar na UFRGS escrevendo uma dissertação sobre as bobagens que ela fala quando deveria estar estudando. Ah, ela também adora asteriscos em fins de posts.
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