Duas Libras

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Minha Banda… Ãh… Metaleira?

30/06/2008 · Deixe um comentário

O nome dela é PEG Ratio e é composta apenas por fãs modernos de Renoir.
Nosso primeiro álbum:
Bom, tá, é mentira.
Mas vai dizer que não parece capa de banda do metal? Pra mim, qualquer coisa musical que me é desconhecida ou é do metal (se tiver algo parecido com uma guitarra distorcida em algum lugar); ou é indie (se for lentinha ou eu não tiver a menor idéia mesmo).
Indies e metaleiros que me desculpem, mas eu sou realmente ignorante em relação a isso. Na real, acho bem difícil classificar música. Gêneros é uma coisa tão restritiva, não? Meio que acaba um pouco com a graça da música.
Anyway.
Vou estudar – infelizmente, é só o que eu tenho feito ultimamente. Quando não estou estudando, estou reclamando que tenho que estudar, e quando não estou fazendo nenhuma dessas coisas, estou dormindo ou chorando litros com Ps: I Love You. Ou relendo livros da Meg Cabot (tipos que oi? Nem só de leituras obrigatórias vive uma pessoa!).

A capa do CD é uma corrente que eu peguei no Shoe-me. Eightthree Easy Steps:
1) acesse http://en.wikipedia.org/wiki/Special:Random – o título da primeira página aleatória que aparecer será o nome da sua banda.
2) vá pra http://www.quotationspage.com/random.php3 – as últimas quatro palavras da última frase da página formarão o título do seu disco.
3) acesse http://www.flickr.com/explore/interesting/7days/ – a terceira foto, não importa qual seja, será a capa do seu disco.

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When I Grow Up

15/06/2008 · Deixe um comentário

Assim como a Vogue Japão fez com a Hello Kitty, a Vogue Rússia fez com a Minnie. Um editorial inteiro com a ratinha, que surgiu pela primeira vez em 1928. Segundo a Wikipédia, Walt Disney a criou para a ser a namorada fashionista do Mickey- que depois veio a ser seu marido. Então, eu acho que Minnie e moda ficou tudo a ver, né?

Pessoalmente, eu gostei mais desse editorial do que do outro, apesar de alguns desses cenários terem ficado estranhos. Adorei as roupinhas da Minnie! Uhauhsuhaushauhua


Espero que eles façam um editorial com a Margarida agora, né gente? Ela é a minha personagem favorita! Ou um com as Princesas também ia ficar legal aijsdioajdama :)

Mudando de assunto, vocês viram o novo clipe das Pussycat Dolls, When I Grow Up? Gente, meu sonho é dançar em cima de um carro como elas fazem.

Então é isso.
Beijocas

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Grammy Awards

11/02/2008 · 2 Comentários

E tipos que a 50ª edição do Grammy Awards aconteceu ontem à noite, em Los Angeles. Amy Winehouse foi a estrelinha da noite, mesmo não podendo estar presente. Aliás, gente, climão hein? Parece que os Estados Unidos negaram o visto de entrada pra ela, devido aos problemas com cocaínaabuso de susbstâncias.
Daí, Amy cantou duas músicas via satélite apartir de Londres e abocanhou cinco dos seis prêmios aos quais estava indicada: Melhor Canção e Gravação do ano por Rehab, Melhor Artista Revelação, Melhor Cantora Pop e Melhor Álbum Pop pelo disco Back to Black. Ela dedicou os prêmios ao Blake, o marido dela que está preso, e a cidade de Londres (oi, que tipo de pessoa dedica um prêmio a uma cidade?).


Além dela, os outros destaques da noite foram Kanye West, que ganhou 4 prêmios, incluindo “Melhor Álbum de Rap”, por “Graduation” e Bruce Springsteen, que ganhou 3. Justin Timberlake, Chemical Brother e a chata da Carrie Underwood também ganharam alguma coisa.
Os momentos especiais do show foram os duetos. Primeiro, Alicia Keys fez um dueto ao piano, com o Frank Sinatra. Eu super adorei. Acho original essa coisa de fazer dueto com gente morta.
Aí depois, Beyoncé e Tina Turner cantaram “Proud Mary”, um hit do Credence Clearwater Revival.


Beyoncé com a saia esquecida em casa e Tina embrulhada em papel laminado.

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My Chemical Romance fazendo covers

08/02/2008 · Deixe um comentário

My Chemical Romance fazendo dois covers hilários (e ótimos):

All I Want For Christmas (original da Mariah Carey)


Umbrella (original da Rihanna)

Para quem tomou uma overdose de samba-enredo nesse Carnaval.

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Oi, eu sou indie*

31/01/2008 · 1 Comentário

e essas são as músicas que vão embalar o meu verão:

  1. Comin’ home baby – Mel Tormé
  2. Apologize – Timbaland
  3. Stripper – Sohodolls
  4. If You Leave – Nada Surf
  5. Maybe I’m Amazed- Jem
  6. Whine Up – Kat De Luca ft. Elephant Man
  7. Jenny Don’t Be Hasty – Paolo Nutini
  8. Dice – Finley Quaye ft. William Orbit
  9. Hoodboy – Fantasia
  10. Impacto (remix) – Daddy Yankee ft. Fergie
  11. Little of Your Time – Maroon 5
  12. If It’s Loving That You Want (part 2) – Rihanna ft. Cory Gunz

Como dá pra ver, a lista é bem variada e tem um monte de músicas de The O.C/Gossip Girl, porque, afinal, eu tenho 16 anos e amo o Josh Schwartz.**

E só pra não dizerem que eu só gosto do que é estrangeiro, eu super amo Ivete Sangalo e sei sambar super bem, tá? Mas às vezes a gente precisa de um break na folia.

* Não, eu não sou indie. Mas tipos que oi, eu precisava de um título para o post.
** Josh Schwarts é o criador do The O.C e o produtor que levou Gossip Girl para a tv.

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As Cinco Melhores Trilhas Sonoras de Todos os Tempos

03/01/2008 · 1 Comentário

Tá bem, tá bem, não de todos os tempos. Apenas as cinco trilhas sonoras que eu mais gosto de ouvir.

Moulin Rouge – Amor em Vermelho (2001)
Esse filme de Baz Luhrmann tem a melhor trilha sonora que eu já vi, embora traga pouca músicas inéditas. Todas são antigos clássicos, porém regravados de uma maneira totalmente diferente. Alguém se lembra do Ewan McGregor cantando The Sound of Music, a música tema da Noviça Rebelde? Ou da Nicole Kidman cantando Material Girl? Pois é. Além dos próprios atores, a trilha sonora ainda traz um bando de cantores estrelados: Rufus Wainwright, o queridinho dos indies que é considerado um dos melhores compositores de sua geração, Kylie Minogue, Ozzy Osbourne, Beck, Fatboy Slim e David Bowie (que também assina algumas das músicas). Sem falar em Christina Aguilera, Mya, Pink e Lil’Kim, que cantam Lady Marmalade, cujo clipe todo mundo já cansou de ver.
A genialidade da trilha está no fato de casar muitíssimo bem a trilha sonora recheada de músicas contemporâneas com o filme de época.
Vale a pena :D

Dirty Dancing 2 – Havana Nights (2004)
Gente, eu acho que sou a única pessoa do mundo que A-M-O-U esse filme. Todas as minhas amigas meteram o pau, dizendo que o primeiro era muito melhor e blábláblá. Sinceramente, eu acho o Patrick Swayze boring, a Jennifer Gray boring e o Dirty Dancing original tão boring que chega. *bocejo* Mas esse filme… Ele é NOSSA! Não, eu não acho o Diego Luna, o protagonista, lindo, mas ele é super bom ator e mega charmoso (veja a cena que ele lê enquanto a Katie dorme no sofá).
E a trilha sonora leva bem a sério aquela coisa do ritmo quente. Quando o filme terminou, eu estava dançando mambo no sofá. De novo, as músicas são modernas, casadas num filme de época (a história se passa em 1958, pouco antes da Revolução Cubana estourar). Tem Mya, Christina Aguilera, Black Eyed Peas, Santana… Aliás, tem uma coisa engraçada.
Sabe aquela música da Shakira mega famosa, Hips Don’t Lie? É uma regravação de uma das músicas desse filme, Dance Like This, do Wyclef Jean ft. Claudette Ortiz.
Se até a Shakira gosta, porque você não vai amar?

Simplesmente Amor (2003)
Se as brilhantes atuações de Alan Rickman, Ralph Fiennes, Hugh Grant, Emma Thompson, Colin esse eu fazia todinho Firth, Keira Knightley e mais uma penca não são motivos para assistir esse filme, veja pela trilha sonora.
O fato de Olivia Olson, uma garota de dez anos, ter conseguido transformar a chatinha “All I Want For Christmas” da Mariah Carey em uma música animada que te faz levantar e dançar, já diz tudo.

Dança Comigo (2004)
Tudo bem, a trilha não é perfeita. Até tem umas músicas muito chatinhas. Mas a interpretação da Mya de “Let’s Dance”, do David Bowie, vale o cd. Além da romântica e profunda “The Book of Love”, do Peter Gabriel. E das Pussycat Dolls cantando “Sway”. E tem “Moon River”.
Então é obvio que, se tem “Moon River”, a música ícone do meu filme favorito (Bonequinha de Luxo, 1961, dirigido por Blake Edwards e estrelado por Audrey Hepburn) já sobe como favorito.

O Mágico de Oz (1939)
O filme é de 39, mas marcou a minha infância.
Canções como Follow The Yellow Brick Road, If I Only Had A Brain/Heart/the Nerve e a já manjada Over The Rainbow são eternas.

Então é isso, pessoal. Acho que esse post vai ter uma outra continuação, mais tarde, quando eu conseguir respirar normalmente de novo.
Odeio três coisas no subdesenvolvimento:
1. Funk/Pagode/Sertanejo
2. Sandálias de acrílico e as malditas calças suplex
3. o CALOR!

Affe.
Preciso ir me refrescar no ar condicionado :P
Beijocas

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