Livro, Início de Férias

É absolutamente incrível como eu fico preguiçosa no início das férias… Sério, esse final de semana eu me acabei no circuito cama-sofá-computador. Totalmente sedentária HAHAHAHAHA 😀
Maaas… não foi totalmente desperdiçado. Coloquei uma página com extras (são só uns wallpaper que eu fiz para o meu computador, pelo menos por enquanto) e li um livro que não está na lista dos obrigatórios da UFRGS – o que já ótimo. Eu li tanto Machado de Assis esse ano que já posso considerá-lo meu mais novo amigo de infância (ew!)
Ahh, eu também assisti uns episódios aleatórios da primeira temporada de Gossip Girl. Eu até gosto de GG, mas nada nunca vai ser como The OC. Sério, Dan e Serena nunca vão superar Seth e Summer. Mas serviu para provar que Chuck é de longe o personagem mais engraçado da série: eu simplesmente amo quando Nate, Chuck e amigos saem de uma limosine para jogar basquete numa quadra de rua, todo mundo com umas roupinhas mais básicas, e o Chuck com uma camiseta de basquete estampada e combinando com os shorts.

Histórias de Mulheres, de Rosa Montero
Quinze mulheres extraordinárias, com trajetórias distintas e algo em comum: a capacidade de desafiar as normas vigentes, superar preconceitos e marcar seus nomes na história. Com a delicadeza que caracteriza seus livros, Rosa Montero mescla em seus textos informações biográficas relevantes e referências apaixonadas a mulheres como Simone de Beauvoir, Camille Claudel e Frida Kahlo, sinônimos de poder, criatividade e genialidade.
Certo, foi um erro começar a minha leitura de férias por esse livro. Não que ele seja ruim, porque ele não é, mas não é exatamente um livro alegre. Achei bem interessante a biografias das mulheres retratadas no livro, mas sinceramente? Fiquei com a nítida impressão que a genialidade e a loucura andam muito próximas uma da outra, porque – talvez seja falta minha, que faz tempo que só leio Meg Cabot/romances água-com-áçucar – todas as mulheres apresentadas pela sra. Montero me parecem doidas de pedra.
Mas eu realmente me diverti na parte que ela comenta que o filósofo Sartre injetou-se qualquer coisa e passou dois anos dizendo que era perseguido por uma lagosta – imagem mental hilária!

Por hoje é só, folks.
Beijones

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