I don’t know about you, but I’m feeling twenty-two

Depois de um período de inferno astral horroroso, com direito à Mercúrio retrógrado e uma ida ao hospital, finalmente completei 22 anos.

E me senti… um pouco mais adulta.

(mas não adulta adulta porque minha mãe ainda paga minhas contas e eu ainda assisto The Rachel Zoe Project quando deveria estar lendo Boris Fausto)

Haters gonna hate, mas o fato é que hoje eu me sinto velha. Fiquei horas pensando em porque eu me sentia assim mais velha, e cheguei a conclusão de que foram uma lista de motivos que apareceram nos últimos tempos e que, mais do que os dias no calendário ou o número de velinhas em cima do bolo (aliás, foram só uma, e isso porque minha família me fez passar por aquele mico impagável de ter todo o staff do Applebee’s cantando parabéns pra mim), fizeram com que a ficha caísse de que tipo, o tempo passa.

Os 10 Anos de “Mr. Brightside”, do Killers (via Popload)

Tudo começou com esse post do Lúcio Ribeiro falando dos 10 anos da música do Killers. E eu li e lembrei claramente de mim em uma noite, cantando essa música (que na época ainda era novidade) a plenos pulmões em uma pista de dança de uma boate que nem existe mais. Ou seja, velha.

(además: o próprio fato de eu ainda usar a palavra “boate” já denuncia a idade.)

The O.C. completou 10 anos. Dez-fucking-anos. The O.C!!! (via PapelPop)

The O.C. marcou minha adolescência. Sério. Talvez não tenha exercido uma influência cultural tão profunda como Harry Potter, mas realmente me marcou – segundo o Buzzfeed, inclusive, modificou para sempre minha expectativas amorosas. Como toda nerd, passei meus anos de Ensino Médio em casa assistindo essa série maravilhosa, e até hoje cito Marisa Cooper para as amigas. E poucas vezes na vida me senti tão velha quando li esse post no PapelPop.

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O fim das supercomemorações de aniversário

Uma vez me disseram que um dos sinais de que você está ficando adulta é quando o dia do seu aniversário para de ser aquele dia em que tudo gira ao seu redor. Pra mim, isso aconteceu esse ano. Não que eu tenha feito festas indianas de 4 dias nos anos anteriores, mas sei lá, esse ano eu meio que parei de esperar que as pessoas lembrassem, que o meu café da manhã fosse o mais especial do ano ou que eu ganhasse um milhão de presentes (okay, dessa parte eu sinto falta, admito). Em vez disso, fui jantar só com meus amigos tru do S2 – por coincidência, aqueles que assistiram as quatro temporadas de The O.C. comigo e que estavam lá quando eu me esgoelava na pista com Killers.

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