Sumi (de novo)

Eu sumir e depois voltar já é algo recorrente nesse blog, né? Mas sei lá, dessa vez bateu uma dor na consciência e eu resolvi vir explicar porque esse mês não vai ter Reading Round-Up e talvez não tenha também leitura para o Desafio do Tigre (to correndo pra terminar o livro desse mês, juro!)

O negócio é que em abril e maio a pessoa deu uma leve surtada hahaha No início de abril fiz o meu concurso (de Admissão à Carreira de Diplomata, mas não passei :/) e depois fiquei meio enlouquecida, só queria saber de descansar o cérebro relendo os livros da Série Mortal, da Nora Roberts (são 48, dos quais eu devo ter lido a metade hahaha). Eu não tenho muito preconceito literário, mas pra ser bem sincera, tenho uma certa vergoinha de recomendar livros da Nora, porque a linduxa pesa a mão nos sexy times (às vezes eu sinto uma certa vergonha alheia na hora de ler as cenas).

Caso vocês pensem que o surto foi injustificado, vou contar uma historinha: esse ano eu resolvi deixar de ser amadora e trouxe minha prova do concurso para casa. E daí, quando saiu o gabarito, quis fazer a esperta e usei uma planilha do Excel para ver quanto eu tinha tirado (uma alma caridosa fez uma super planilha que automaticamente calcula as questões que você errou e o seu desempenho nas matérias). Background fact: eu não uso o pacote Office no meu computador, mas o LibreOffice, que até abre os arquivos do Office, mas tem um formato nativo próprio.

Então me congratulei pela minha esperteza eletrônica, abri a tal planilha, coloquei as minhas respostas e depois o gabarito oficial. E olhei minha pontuação. E quase sai correndo para me atirar na frente do primeiro ônibus – tinha tirado 12,5 pontos. De setenta e cinco. DOZE FUCKING PONTOS.

Passado o impulso suicida, respirei fundo e procurei me conformar. O CACD é um concurso difícil, a CESPE é uma banca auspiciosa (a correção deles é naquele método cruel de uma errada anula uma certa). Totalmente possível ir mal.

Apesar de fazer um ano que estou estudando loucamente para esse concurso. Mas enfim.

Comi um pote inteiro de Haagen Daas, comprei um batom da Mac absurdamente caro, e assisti uma temporada inteira de Keeping Up With The Kardashians e segui com a minha vida. Mas passei duas semanas decepcionada comigo mesma, porque afinal, tinha me matado de estudar e putz, poderia ter tirado uma nota melhor né? Meus amigos que também tão fazendo o concurso tiraram quase o dobro, e eu fiz os mesmos cursinhos.

Duas semanas, um pote de Haagen Daas, 160 reais e 8 livros da Nora Roberts depois, estava eu presa em um engarrafamento cantando One Direction a plenos pulmões quando me deu um estalo: “Vou recalcular essa bosta”. Daí cheguei em casa e corrigi todas as minhas questões na mão, coloquei minha calculadora da Hello Kitty pra funcionar e cheguei ao resultado final: 35 pontos.

É uma nota espetacular? Não, não é. Mas está a anos-luz de 12,5, então fiquei feliz e saltitante. Aliás, recomendo muito esse método pra quem faz concurso, ninguém fica deprê por não passar hahaha

Toda essa história foi pra explicar que fiquei emocionalmente abalada e só agora estou retomando minhas atividades produtivas tipo estudar, blog e ir para academia (mas essa última não muito). Masto viva, feliz e com vontade de blogar, então me aguardem! haha

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