#vaitercopa e outras recomendações

 

 

Estudos de Copa: o que faz um presidente, governador, prefeito, senador, deputado, vereador? – As meninas do Girls With Style explicam direitinho como funciona o sistema político brasileiro, quem faz o quê, quem tem a ver com a Copa e quem não tem, pra gente não fazer cagada em outubro! Bonus: #façaamornãofaçajogo, outro post super bacana de lá sobre romance e mimimi nas redes sociais, que já recomendei para as 10 pessoas para as quais abri meu coração ontem na mesa do bar.
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Notas do buraco negro #2: vai ter copa sim! – Falando em copa do mundo, deixo aqui o link para esse post saboroso da Anna Vitória sobre as leituras que ela andou fazendo nessa internet de Deus a respeito do tema do momento.  Nota: só tem coisa boa!

E ainda no tema Copa, o que falar desse vídeo que eu vi há pouco e já considero pacas? #superfunny #nevergetsold

E pra terminar…

 

History of My Closet: Wayfarer Sunglasses – Julgamentos na China da Idade Média e Edward Cullen no mesmo post, pode isso Arnaldo? Nesse post interessantíssimo da Liz sobre o óculos de sol mais hipster de todos os tempos pode sim!

 

A animação que você precisa ver

Não sou a maior fã de animações (pra ser bem sincera, nem gosto muito), mas me senti na obrigação de compartilhar Out of Sight.

Out of Sight é uma histórinha curtinha sobre como uma menininha cega vê o mundo e tipo, são cinco minutos de pura fofura. Sério. Assistam! Vale muito a pena!

Out of Sight foi criado por Ya-ting Yu com os coleguinhas Yeh Ya-hsuan e Chung Ling como um projeto de graduação na National Taiwan University of Arts. A inspiração óbvia foi o trabalho do animador japonês Hayao Miyazaki, criador do Castelo Animado de Howl e A Viagem de Chihiro, mas o time também usou alguns trabalhos da Disney, como 101 Dálmatas, A Dama e o Vagabundo, e Aladin como inspiração para partes específicas da história.

Fofo, fofo, fofo!!

Tag: Livros que eu gostaria que virassem filmes

Eitcha, voltei com mais um vídeo hahaha Esse eu fiz para The Golden Books Society, seguindo a tag que eu sugeri lá de livros que eu gostaria que virassem filmes.

Pfvr, relevem a marca d’água na minha cara, tá? Um amigo me passou um novo programa para fazer superefeitos no video, daí eu baixei e fiquei três horas brincando de editar o video… Depois que eu finalmente salvei meu video que eu me dei conta que ia ficar com essa marca horrorosa na cara, mas daí eu já tava de saco cheio, chutei o balde e deixei assim mesmo. #tosca

Mas o video foi feito com carinho, tá?

Livros mencionados:

  1. Attachments, da Rainbow Rowell
  2. A Probabilidade Estatística do Amor à Primeira Vista, da Jennifer E. Smith
  3. Wonderful Tonight, da Pattie Boyd
  4. Trilogia do Coração (Diamantes do Sol, Lágrimas da Lua e Coração do Mar), da Nora Roberts

O Chamado do Cuco

Em primeiro lugar, preciso dizer que ler um novo livro de um autor favorito é como encontrar aquele amigo querido que você conhece de toda a vida. No caso do Chamado do Cuco (Robert Gibraltar é na verdade um pseudônimo da JK Rowling, para quem não sabe), foi meio como encontrar aquela amiga que no colégio era super party girl sendo uma dona-de-casa com marido, dois filhos e uma casinha de cerca branca: a mesma pessoa, mas em um momento completamente diferente.

O história começa com a morte da uber-model Lula Laundry, que cai da sacada de seu apartamento em uma noite de inverno, sob condições auspiciosas. A polícia diz que foi suicídio, porque Lula era bipolar e já tinha se envolvido com drogas. Mas o irmão dela não parece muito convencido e, três meses depois do fim da investigação, vai procurar o detetive particular Cormoran Strike.

Strike é um veterano de guerra que perdeu uma perna no Afeganistão e tá numa m. desgraçada – a mulher acabou de expulsá-lo de casa e os negócios não vão bem. Daí, quando o irmão da Lula aparece com essa proposta, ele aceita, porque precisa do dinheiro. E daí a história se desenrola como um bom suspense policial, em que nem tudo é o que parece.

Ao contrário de Morte Súbita, que eu achei chato e enrolado, O Chamado do Cuco não tem um minuto parado. É um excelente suspense policial, e a história te prende como nos bons e velhos tempos de HP. Também como HP, a história tem personagens diferentes e bem construídos – não tem como não gostar do Strike e da Robin, sua assistente e fiel escudeira. Mas as semelhanças param por aí, o que não diminui em nada a história. Kuddos para a JK por ter inserido Londres na história, quase como se a cidade fosse mais um personagem.

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O Chamado do Cuco é um daqueles livros que você não consegue largar até terminar, mas ao mesmo tempo, não quer que termine. Fiquei feliz-de-dar-pulinhos-pela-sala quando vi que já tá saindo continuação – sai lá na terrinha agora em junho, se não me engano. Já dá para ler alguns trechos iniciais (em inglês) aqui. E pelo que eu li, já fiquei super na expectativa!!


 

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Li O Chamado do Cuco para o Desafio Literário do Tigre. No mês de Junho, o tema era Autores Queridos, e eu quis começar por esse da JK. Vou ver se consigo ler mais um esse mês – Housekeeping vs. the Dirt, do Nick Hornby, que também entrou na minha lista de livros para ler em 2014 (que aliás, tá uma vergonha, só li o The Tiger até agora e já estamos no meio do ano haha)

 

The Punk Singer e outras recomendações

A felicidade nunca mora no outro. Essa ideia pode acabar com os encontros mais legais da sua vida, porque a expectativa é inimiga da felicidade e a carência é a mãe da roubada.

Passo: Dia dos Namorados, via Lugar de Mulher

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“The Punk Singer, o documentário sobre a incrível Kathleen Hanna”, via Mais Magenta

  • Street Photography: Minhas referências e fotógrafos que inspiram, via Primeira à Esquerda – não entendo lhufas de fotografia e não conseguiria tirar uma foto incrível nem que minha vida dependesse disso, mas achei esse post sobre alguns dos melhores fotógrafos de rua super incrível para quem que se informar um pouquinho a respeito!

 

Porque você deve ter pena de quem é “Against YA”

Então, enquanto eu estava no Rio tirando fotos ruins de muros e me entupindo de Frappuccino, aparentemente uma senhora chamada Ruth Grathan escreveu um lindo artigo (pfvr notem a ironia) na revista Slater sobre… Bom, sobre como livros para jovens (os YA, de Young Adult) são uma bosta e nós adultos deveríamos ter vergonha de lê-los. Que YA retrata os adolescentes de uma forma acrítica e tem finais agradáveis para o leitor. Que não servem como literatura de verdade porque não colocam o leitor em uma posição de eterno desconforto. Blá blá blá.
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Quis a vida de que eu fosse ler essa notícia logo depois de ter lido um post via Pinterest sobre 10 coisas que pessoas super confiantes fazem. E putz, a coisa ficou feia pra Dona Rutinha.

Porque dessas duas leituras, feitas em sequência enquanto eu esperava meu avião de volta, uma coisa ficou clara: dona Rutinha tem problemas. E não estou nem sequer me referindo ao fato de que em pleno século XXI essa moça achar que é ok sair por aí dizendo o que as pessoas devem fazer no seu tempo livre e basicamente cagando regra.

Lendo o texto dela, quis muito chegar pra ela e perguntar: “na boa, do que é que você tem medo?”. Essencialmente, o argumento dela no texto é que devemos ter vergonha de ler YA porque não é coisa para adultos e o que os outros vão pensar?. Segundo a dona Ruth, pega mal ler YA porque passa a mensagem errada: que não somos intelectualizados, que não sabemos/conseguimos ler livros “difíceis”.

Não vou entrar nessa discussão de quão ridícula é essa distinção entre “alta literatura” e o resto, até porque a Anna Vitória fez isso melhor do que eu jamais poderia fazer. O que eu queria explicar pra Dona Rutinha é que uma das dez coisas que as pessoas super confiantes fazem é não se importar com a opinião alheia.

 

Eu, óbvio, não sou super confiante. Aliás, mal e mal posso me considerar confiante. Mas na área de leitura eu me garanto. Eu SEI que hoje sou uma pessoa adulta, capaz de ler livros “difíceis”, entendê-los e apreciá-los. Não pela comparação com os outros, algo que nunca é saudável, mas sim pelo fato de poder olhar pra trás e ver que evoluí. Com 10 anos eu recém me aventurava nos livros sem figura (alô Harry Potter), então o fato de hoje eu conseguir ler algo como A Condição Pós-Moderna de boas certamente é uma vitória. Mas não dá pra ser uma pessoa culta e distinta 24/7, então continuo apreciando YA com tanto ardor quanto tinha quando era adolescente. E foda-se os outros.

Assim, minha mensagem para a Ruth é:
“Querida, let it go. Permita-se gostar de YA – um gênero literário que, como qq outro, tem livros incríveis e outras histórias q n valem nem o papel em que foram impressos. Leia John Green. Leia 50 Tons de Cinza. Leia A Galinha Pintadinha. E acredite em mim qndo te digo que ler isso não te faz menor do que quem lê Proust. Uma coisa não exclui a outra. Ame a literatura, e permita não só que ela te ensine, mas tb que te console qndo tu tiver tido um dia ruim e te dê esperança quando estiver desmotivada. O mundo é belo e a vida é muito curta pra gente ficar se preocupando com o que os outros vão pensar. Ah, e pfvr, n escreva mais artigos assim. Eles não afetam quem realmente importa, e só depõem contra ti. Um beijo, Maria Fernanda.”

Recomendações Good Vibes

A moda quer que você se sinta um lixo. Você nunca vai ser bonita, você nunca vai ser alta, você nunca vai ser nada. Se você for magra usando 38, você nunca vai usar 34. E você tem que se sentir mal pra comprar. Você se sente um lixo, você vai lá e compra um sapato. Você se sente um lixo, você vai lá e compra um brinco. Você se sente um lixo, você compra um batom. Você se sente um lixo e você compra um casaco pra esconder que você é um lixo. Ou cê compra um vestido que nunca vai caber…

Jana Rosa musa master falando todas as verdades da vida nessa entrevista que ela deu para a maravilhosa da Clah

hello

Não existe um corpo perfeito. O que existe é um padrão que é cotidianamente bombardeado pelos mais variados lados – tanto na moda e na televisão, quanto na publicidade e no jornalismo. E, na maioria das vezes, esse padrão é algo extremo a ser alcançado. Nem todas as mulheres podem ser magras e muitas chegam num processo “fique magra ou morra tentando”que assusta. Grande parte não quer entrar numa reeducação alimentar e, sim, quer emagrecer o mais rápido e milagrosamente possível por causa de uma estética determinada. E sabe qual é o problema? Esse parece ser o caminho mais fácil a seguir, porque viver em um mundo quevigia constantemente o seu corpo é uma droga.

A Síndrome do Corpo Perfeito, via Teoria Criativa

Por último, esse post amor do Indiretas do Bem ❤

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